domingo, 17 de janeiro de 2016

Não precisa de mascaras para encantar, o que Deus fez, por si só já encanta!!
Caminha sem olhar para trás, persiga os seus sonhos até que os alcance.
Lembre-se, coloca Deus sempre a sua frente, desse modo a de ser que nos encontremos no porto seguro tão esperado por aqueles que o aguarda.
Que no decorrer de nossa vida, 
possamos encontrarmos tempo para estarmos juntos daqueles que realmente nos importamos, 
pois o tempo passa e as oportunidades não voltam!!
☀ Emoticon heart Emoticon smile

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Sou Brasileira - Ano Eleitoral

Sou brasileira, nata no paraná, localizado na cidade de Londrina. Tem os que dizem ser ela um  protótipo de Londres  o que nesse momento  não vem o caso.
Como disse, sou nata de Londrina, cidade grande, a segunda maior do paraná. Um belo lugar para se morar.

Meus pais tem raízes diferentes, mas que não deu-se importância para contrair o matrimonio entre si.
Do amor começado a dois, surgiu-se nove lindos filhos,sendo que agora estamos em oito, todos saudáveis, limpinhos e na medida do possível  fomos crescendo com nossas barriguinhas cheias sempre dentro dos horários convencionais.
Meu pai foi um orgulho para meu país,

Digo país pois para mim e meus irmãos ele tem sido sempre nosso herói, porque aqui em diversas regiões alguém já usufruiu dos frutos de seus serviços.
Poderia começar dizendo que ele foi isso ou aquilo para nossa cidade pois, ele foi prestador de serviços braçais sem um registro oficial que comprovassem sua existência nessa área, mas do que importa se ele tinha ou não, o que importava na época eram os resultados de seu trabalho o demais não tinha importância.

O que sei, é que foi distribuído para diversas cidades brasileira os produtos produzidos por suas próprias mãos no fundo do quintal onde residia.  Comerciantes londrinenses compartilharam de seus serviços, nada de se gabar, é a base do toma lá da cá o que lembra algo como a lei dos sobreviventes, (obedece quem tiver juízo).

Tudo parece não ter sentido para quem nesse momento estiver lendo. Também concordo com você, pois também estou embaralhada em minhas idéias para acerta-las bem aqui nesse espaço em branco dando me oportunidade de ao menos tentar difundir o que foi de suma importância para mim.

Vou começando a lhe dizer que meu genitor como muitas crianças, teve  a sorte de nascer saudável e por determinado espaço de sua vida em sua adolescência teve uma grande febre e por falta de recursos financeiros veio a perder totalmente sua visão. Esse fato ocorreu por não terem acesso a especialistas para impedir que sua visão fosse afetada.

Quando recordo de meu pai, fico a pensar no quanto ele ficou desolado por não mais poder ver a luz do sol, as cores e outras tantas coisas que lhes foram tiradas. TIRADAS SIM com todas letras bem maiúsculas, escancaradas para que todos possam ver. Pois acredito que foi tirado de meu pai o direito dele ver seus filhos, sobrinhos que iam nascendo, os netos que estavam por vir o que não tem preço para qualquer genitor assistir o sorriso e travessuras de seus pequeninos.

Quem entre nós que gostaria de não mais poder ver tudo quanto nos é mais belo nessa vida? Acredito que ninguém  se prontificaria. Porém, meu pai e tantos outros como ele não tiveram escolhas. Simplesmente foram tirado alguma coisa importante de suas vidas que indenizações fartas não substituem suas perdas que não existe valor que se aproxime para amenizar seus sofrimentos. Falando nisso,quero lembrar que  não é o caso de meu pai.

Foi dado como alivio de consciência, uma aposentadoria no valor minimo do minimo para ele ir tocando a vida como dá.
O mais triste,é que não será o caso do meu pai o primeiro e infelizmente não será o último.
Meu maior desespero é o de pensar, que entra ano e sai ano e poucos estão cada vez mais com salários  exorbitantes e uma péssima administração financeira em questão de distribuição de rendas e isso ainda sendo repetido cada vez mais todos os dias e o que é pior, sendo escancarado na mídia.

Sendo assim, como não estou falando nada com nada, quero convidar você que por aqui tem ficado comigo até a esse instante para ler o livro do escritor Izrael Rotenberg; História da Insensatez Humana. 

Aí a decisão será sua se vai agir diferente ou não mediante a nossa circunstância. Você é quem decide.


OBS: Meu pai nos deixou no dia seguinte da comemoração de nossa Independência no dia 08 de Setembro de 1992. Bem no ano e mês do meu casamento. Se querem saber se adiei essa data já vos digo de ante mão que não. Pois de que adiantaria mudar se ele não iria estar com vida para me parabenizar  naquele momento que para mim seria muito importante. 
Confesso que levei entre os meus dedos uma pequena foto sua para que estivesse comigo e pude sentir ainda o seu cheiro junto a mim. Pude sentir sua benção nos abençoando e ainda senti que ao partir ele pode deixar para cada filho o legado do seu caráter, amor e a  fé de que um dia melhor ainda há de raiar no  meio da humanidade. Ele faleceu acreditando que na mutação do homem, haverá aquele que nos vai surpreender por fazer a diferença. 

E eu como eleitora, também acredito nisso. Não percamos a FÉ.
        
Até mais breve.

O MESTRE E O CÃO - CRÔNICAS

Uma fábula oriental conta que, nos arredores de Jerusalém, várias pessoas distraíam-se a contemplar um cão morto, estirado no caminho. Mostravam nojo e desprezo, ao tempo em que emitiam opiniões sobre o motivo de o terem arrastado até ali. “Deve ter sido um daqueles cães vagabundos, que invadem quintais para roubar comida”, disse um. “Com esse pelo coberto de rabugem, bem se vê que foi um cão vadio, que nunca teve dono”, arriscou outro. Um terceiro emendou: “Vai ver, algum morador da redondeza o matou e abandonou-o aí para os corvos”. Essas e ideias de igual teor eram expostas em voz alta e sem disfarce. Foi quando se achegou um desconhecido. Seu rosto refletia luz invulgar, que atraía atenção e respeito. Estava claro que ouvira os comentários feitos. Lançou sobre o animal morto um olhar de piedade e arrematou com doçura: “Nenhuma pérola seria capaz de brilhar tanto como a brancura dos seus dentes”.

A admiração tomou conta até dos mais afastados. Voltaram-se todos para ele. E como outro grupo que, em diferente oportunidade, lhe tinha exigido a condenação de uma mulher surpreendida em adultério, cabisbaixos e envergonhados, um por um, começaram a retirar-se. Os mais velhos, na frente. Um jovem de cabeleira farta e barba eriçada arriscou o palpite: “Esse não será Jesus de Nazaré, o rabi de quem falam maravilhas? Quem, senão ele, veria qualidades até num cão morto”?

Conheço a fábula desde não sei quando. Na realidade, faz muito tempo. O texto apresenta, aqui ou ali, pequenas variantes. No entanto, é sempre o mesmo relato. Nunca lhe soube a origem até que, agora, ao pesquisar, vim saber que está no livro “Lendas do bom rabi”, de Malba Tahan, pseudônimo de Júlio César de Mello e Souza (1895-1974). Apaixonado por Matemática e pela cultura árabe, ele dignificou, como poucos, a carreira de professor, que exerceu durante a vida inteira.

Desculpe-me, inusitado leitor, andei divagando. A fábula vale pela sua moral. Não é fato verídico, porém aduz precioso ensinamento. Atual também.

No trânsito, nunca uma criança do veículo à sua frente lhe mostrou a língua? Calculo que você ficou sem graça. “Que eu fiz para merecer isso?”, deve ter-se perguntado. Ligue não, assim é nosso mundo. Sartre propôs que “o inferno são os outros”. Na sociedade agressiva e injusta em que vivemos, filhos são preparados para competir na vida adulta. Aprendem, desde cedo, a encarar os outros como adversários. Como concorrentes interessados em roubar aquela vaga na creche, no hospital, na universidade, no emprego, no trânsito…

“Quem é o meu próximo?” (Lc 10,29), pergunta-se no Evangelho. A sociedade atual não dá a mínima para a resposta do Mestre. Já tem a sua: “Próximo é o sujeito no qual devo pisar sempre. Ele não tem nenhuma qualidade boa. O próximo não presta”. Ele é a Geni da música do Chico Buarque. Ou pior.

É!… Perdemos na poeira do tempo aquilo que o bom rabi viveu e transmitiu. Para muitos a sua doutrina transformou-se num amontoado de conselhos para consolar perdedores. A História registra e admira os feitos dos que venceram. Dos senhores de povos e nações. Daqueles cujas conquistas se adubaram no ódio e na violência. A isso chamam civilização. Também dão o nome de progresso.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

DISSE Jesus: Não se turbe o vosso seu coração, credes em Deus, crede também em Mim.

 No dia de ontem com data de: 21 de novembro de 2013 subi ao monte do Senhor onde todos os cultos são celebrados em Nome do Senhor Jesus para sua honra e glória por todo o século.

Para quem não sabe esse lugar não é outro se não a casa do Senhor dos exércitos. Quem é esse Senhor? É o Rei da Glória o qual nunca perdeu uma batalha.

Nesse culto entre tantos pude mais uma vez sentir sua gloriosa presença. Pude ouvir seu doce falar com minha alma.

O culto discorreu de forma maravilhosa, foi tocado o hino do silencio, deu-se a introdução do culto e foi orado elevado aos céus nossas petições, foram testemunhado o grande poder de Deus no meio do seu povo e em seguida após mais um hino. Foi lido um trecho da infalível palavra de Deus somente o primeiro versículo do capitulo 14 de São João: Não se turbe o vosso  coração, credes em Deus, crede também em Mim.

Somente esse versículo pode fazer uma grande transformação em todo o meu ser. Ele sarou minha alma, deu solução para meus problemas aos quais estavam tirando minhas noites de sono e o meu sossego. Essa palavra tão esplêndida deu rumo a minha vida.

O mais interessante, foi que eu estava sentada em meu lugarzinho de sempre ali no banco da misericórdia como diz alguém, e  meditando em palavras de uns dez anos atrás em que foram enviadas do céus a meu respeito na terra  e que tiveram seu   total cumprimento. É que pensei em como seria bom se Deus fizesse por mim aquela noite o mesmo que Ele fez em determinada palavra.

 Foi surpreendente que nem acabei de pensar e ali estava  ESSE Poderoso Deus que esquadrinha nossos pensamentos e sonda nossos corações fazendo por mim o que ninguém quis ou que não  poderiam fazer.
Só sei que agora estou aliviada aguardando as providencias divina, por isso que não cesso de dizer:

 “O SENHOR É O MEU PASTOR E NADA ME FALTARÁAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA”.

Sei que tudo posso Naquele que me fortalece

Pensando na titulação, acredito que todas as coisas colaboram para o meu bem.